SESSÃO MEMÓRIA:É CAFUNE, É CAFUNÉ, É MISTURA DE GARRINCHA COM PELÉ!!

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Hoje, dia 2 de abril, se estivesse vivo, ele estaria completando 37 anos de idade, uma estrela cadente que passou com uma velocidade imensa pelo futebol brasileiro, com uma missão: encantar os amantes do futebol com seus dribles curtos e rápidos, sempre objetivos e sempre a caminho do gol.


O nome dessa estrela é Dener Augusto de Souza. Nascido na cidade de São Paulo, órfão de pai desde os 8 anos de idade, desde cedo teve de batalhar muito na vida . Em 1982, com 11 anos de idade, entrou para o time infantil a Portuguesa e já com pouca idade já encantava os torcedores com seus dribles e sua velocidade.


Mas, seu sonho de tornar-se jogador de futebol foi adiado, pois tinha que ajudar a mãe nas despesas da casa. Em 1988, aos 19 anos, voltou para a Portuguesa, depois de uma rápida passagem pelo São Paulo. Foi o treinador Antônio Lopes (atual técnico do Vasco) que descobriu o talento desse menino e o promoveu para os profissionais. Em 1991, Dener levantava o seu primeiro título: a Copa São Paulo de Juniores pela Portuguesa.


A estrela dele brilhava cada vez mais forte e aos 20 anos de idade, foi convocado para atuar na Seleção Brasileira numa partida contra a Argentina.Em 1993, foi emprestado para o Grêmio, onde conquistou o Campeonato Gaúcho.


Em 1994, foi contratado pelo Vasco e logo cai nas graças da torcida, que até canta uma música para ele:"É cafuné, é cafuné! É a mistura de Garrincha com Pelé!!". Mas sua carreira foi tragicamente interrompida, dia 19 de abril de 1994, terça-feira, Dener estava em um Mitsubishi acompanhado de um amigo, quando o carro bate em uma árvore na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Dener sofre morte instantânea por causa do cinto de segurança que o estrangulou, Dener tinha completado 23 anos há pouco mais de duas semanas.


A morte de Dener foi sentida pela equipe do Vasco, que alguns dias depois enfrentou o Flamengo pelo Campeonato Carioca e perdeu por 1X0.
Mas, o Vasco, mesmo assim conseguiu chegar às finais e conquistou o tri-campeonato em cima do Fluminense por 2X0, dois gols marcados por Jardel, seu substituto.
E para celebrar o título, a torcida vascaína cantava nas arquibancadas: "Olê, olê, olê, olê, Dener, Dener!!" "É cafuné, é cafuné! É mistura de Garrincha com Pelé!". Uma homenagem justíssima a um dos maiores jogadores que o Vasco já teve.


Se Dener não tivesse morrido, certamente seria um dos melhores do mundo, até Maradona ficou maravilhado com o seu futebol, e na ocasião de sua morte, ele estava sendo sondado para jogar no Stutgart, da Alemanha, com certeza, ele iria longe.
Quis o destino que ele fosse apenas um raio de luz para iluminar os fãs do futebol e mostrar que ainda existe futebol-arte no mundo.


2 comentários:

Wilson Hebert disse...

*Boa lembrança! Hehehe...

Foi de fato um grande jogador, pena que sua carreira não foi tão grande assim, né?!

Cara, vc me add no msn?
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Vlw abração........

susan disse...

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