AS 100 MELHORES MÚSICAS DOS ANOS 90 (POST 400)

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Chegamos a mais uma centena de posts e agora votlaremos 20 anos no tempo para escolher as 100 melhores músicas dos anos 90. A lista está bastante diversificada: tem rock, pop, rap, rythm & blues e as famigeradas boy bands. Confira a lista a seguir:



1-“Get Ready For This “ 2UNLIMITED (1991)

2-“What’s Up” 4 NON BLONDES (1993)

3-“Because The Night” 10,000 MANIACS (1993)

4-“All That She Wants” ACE OF BASE (1993)

5-“The Sign” ACE OF BASE (1993)

6-“Crazy” AEROSMITH (1993)

7-“Crying” AEROSMITH (1993)

8-“You Oughta Know” ALANIS MORRISSETTE (1994)

9-“Uh-La-La-La” ALEXIA (1997)

10-“Man In The Box” ALICE IN CHAINS (1992)

11-“I Swear” ALL-4-ONE (1994)

12-“I Want This That Way” BACKSTREET BOYS (1999)

13-“Song Nº 2” BLUR (1997)

14-“Oops…I Did It Again” BRITNEY SPEARS (1999)

15-“Streets Of Philadelphia” BRUCE SPRINGSTEEN (1995)

16-“(Everything I Do) I Do For You” BRYAN ADAMS (1991)

17-“My Heart Will Go On” CELINE DION (1997)

18-“Gennie In The Bottle” CHRISTINA AGUILERA (1998)

19-“December” COLLECTIVE SOUL (1995)

20-“Mr.Jones” COUNTING CROWS (1994)

21-“Into My Life” COLLIN HAY (1990)

22-“Mr.Vain” CULTURE BEAT (1993)

23-“I Love You Always Forever” DONNA LEWIS (1996)

24-“Come Undone” DURAN DURAN (1993)

25-“Ordinary World” DURAN DURAN (1993)

26-“Connection” ELASTICA (1995)

27-“Sadness” ENIGMA (1990)

28-“Return To Innocence” ENIGMA (1993)

29- “Blue Savannah” ERASURE (1990)

30-“Tears In Heaven” ERIC CLAPTON (1992)

31-“Missing” EVERYTHING BUT THE GIRL (1994)

32-“This Kiss” FAITH HILL (1998)

33-“Brathe” FAITH HILL (1999)

34-“Epic” FAITH NO MORE (1990)

35-“The Way” FASTBALL (1997)

36-“Learn To Fly” FOO FIGHTER (1999)

37-“Stupid Girl” GARBAGE (1996)

38-“Basket Case” GREEN DAY (1994)

39-“Good Ridance (Time Of Your Life)” GREEN DAY (1997)

40-“What Is Love” HADDAWAY (1993)

41-“Mmm..Bop” HANSON (1997)

42-“Jump Arround” HOUSE OF PAIN (1992)

43-“Suicide Blonde” INXS (1990)

44-“If You Had My Love” JENNIFER LOPEZ (1999)

45-“Pretend We’re Dead” L7 (1992)

46-“La Solitudine” LAURA PAUSINI (1993)

47-“Rain” MADONNA (1993)

48-“I’ll Remember” MADONNA (1994)

49-“Take A Bow” MADONNA (1995)

50-“Ray Of Light” MADONNA (1998)

51-“U Can’t Touch This” MC HAMMER (1990)

52-“Bitch” MEREDITH BROOKS (1997)

53-“Nothing Else Metter” METALLICA (1991)

54-“Black Or White” MICHAEL JACKSON (1991)

55-“Buffalo Stance” NENNEH CHERRY (1990)

56-“Step By Step” NEW KIDS ON THE BLOCK (1990)

57-“You Get What You Give” NEW RADICALS (1997)

58-“Smells Like Teen Spirit” NIRVANA (1991)

59-“The Man Who Sold The World” NIRVANA (1993)

60-“Where Do You Go” NO MERCY (1996)

61-“Wonderwall” OASIS (1994)

62-“Don’t Look Back In Anger” OASIS (1996)

63-“Rush, Rush” PAULA ABDUL (1992)

64-“Jeremy” PEARL JAM (1992)

65-“Go West” PET SHOP BOYS (1993)

66-“I Believe I Can Fly” R KELLY (1996)

67-“Testify” RAGE AGAINST THE MACHINE (1996)

68-“Poison Heart” RAMONES (1992)

69-“Losing My Religion” REM (1991)

70-“Shiny Happy People” REM (1991)

71-“Right Here Waiting” RICHARD MARX (1990)

72-“Angels” ROBBIE WILLIAMS (1997)

73-“It Must Have Been Love” ROXETTE (1990)

74-“Truly Madly Deeply” SAVAGE GARDEN (1997)

75-“Wind Of Change” SCORPIONS (1990)

76-“Trouble” SHAMPOO (1994)

77-“You’re Still The One” SHANIA TWAIN (1997)

78-“All I Wanna Do” SHERYL CROW (1994)

79-“Stars” SIMPLY RED (1991)

80-“For Your Babies” SIMPLY RED (1992)

81-“Kiss Me” SIXPENCE NONE THE RICHER (1998)

82-“Can’t Get Enough Of You” SMASH MOUTH (1997)

83-“Runaway Train” SOUL ASYLLUM (1992)

84-“Wanna Be” SPICE GIRLS (1997)

85-“Two Princes” SPIN DOCTORS (1992)

86-“Connected” STEREO MCS (1994)

87-“Plush” STONE TEMPLE PILOTS (1992)

88-“Santeria” SUBLIME (1996)

89-“Pump It Up” TECHNOTRONIC (1990)

90-“Lovefool” THE CARDIGANS (1996)

91-“My Favourite Game” THE CARDIGANS (1998)

92-“Linger” THE CRANBERRIES (1994)

93-“Zombies” THE CRANBERRIES (1994)

94-“Wishing On A Star” THE COVER GIRLS (1992)

95-“Take It Off” THE DONNAS (1998)

96-“I’ll Stand By You” THE PRETENDERS (1994)

97-“I’ll Be There For You” THE REMBRANDTS (1994)

98-“One” U2 (1997)

99-“Volcano Girls” VERUCA SALT (1997)

100-“I Will Always Love You” WHITNEY HOUSTON (1992)



Blogosfera na África 2010: Grupo G-Brasil

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Agora conataremos um pouco da história da nossa seleção. A seleção que jamais ficou de fora de uma Copa, com mais títulos mndiais e com o maior artilheiros em Mundais. A seleção boa no samba e boa no couro: a seleção brasileira.

O Brasil teve uma participação pífia na Copa do Mundo de 1930, no Uruguai. O Brasil ficou no Grupo 2 junto com Bolívia e Iugoslávia. O primeiro gol marcado pelo Brasil em Copas foi de autoria de Preguinho, ex-jogador do Fluminense. O Brasil perderia por 2X1. No outro jogo, golearam a inexpressiva Bolívia por 4X0, mas foram eliminados na primeira fase. Além disso a seleção era formada apenas por jogadores que jogavam em clubes do Rio de Janeiro.

Em 1934, na Itália, a seleção brasileira foi formada apenas por jogadores paulistas. O resultado foi desastroso. Uma derrota pra Espanha por 3X1 foi o suficiente para eliminar o Brasil na fase inicial. Em 1938, na França, o relacionamento entre as federações estaduais melhorou e também o profissionalismo já estava chegando ao futebol brasileiro. A seleção brasileira foi considerada a grande surpresa daquele mundial. Sob a liderança de Leônidas da Silva (foto), os brasileiros chegaram ao terceiro lugar, após vitória sobre a Suécia por 4X2.

Após oito anos sem Copa do Mundo, por causa da Segunda Guerra Mundial. A Taça Jules Rimet fez a sua primeira visita ao Brasil. Como país anfitrião, a seleção brasileira foi escalada com o que havia de melhor nos nossos campos. E as chances de título eram grandes. A campanha dos brasileiros foi avassaladora. Se classificaram para a segunda fase com cinco pontos e em primeiro lugar do seu grupo. Na fase final, após massacrarem a Suécia por 7X1 e a Espanha por 6X1 (que rendeu à torcida a cantar a marchinha "Touradas de Madrid" no Maracanã), os brasileiros precisavam apenas de um empate para sair com o título. Foram derrotados pelo Uruguai por 2X1, de virada no dia que ficou conhecido como "Maracanazo" (foto), 16 de julho de 1950.

Quatro anos depois, na Suíça, o Brasil entrou em campo com um unifome novo. A camisa branca e azul, que fora usada desde o início foi aposentada. Em 1953 foi criado um uniforme de cores diferentes: camisa amarela, calções azuis e meiões brancos. A princípio o uniforme não deu muita sorte, pois o Brasil foi eliminado nas quartas de final pela Hungria por 4X2, num jogo que terminou numa pancadaria generalizada.

Em 1958, na Suécia, a seleção desembarcou em Estocolmo sob os olhares desconfiados. O Brasil ficou no Grupo 4 ao lado da Áustria, União Soviética e Inglaterra. A estreia foi contra a Áustria, e o Brasil venceu facilmente por 3X0. O jogo seguinte foi contra os ingleses, onde ficaram num empate sem gols. Antes da partida contra a temida União Soviética, o treinador Vicente Feola resolve escalar Garrincha e Pelé, então com 17 anos, como titulares. A ousadia deu certo, Garrincha acabou com os frios soviéticos e o Brasil os venceu por 2X0 com dois gols de Vavá.

Nas quartas de final, contra o País de Gales, Pelé marcou o gol da vitória brasileira. Foi uma partida bastante dura, vencida por apenas 1X0. Nas semis o Brasil teve que enfrentar a França do artilheiro Just Fontaine. O placar foi um verdadeiro massacre brasileiro. 5X2 para o Brasil e passaporte carimbado pra final contra a Suécia. A final foi marcada pro dia 29 de junho, no estádio Rasunda em Estocolmo. Como suecos e brasileiros tinham uniformes iguais, foi feito um sorteio para ver quem usaria o uniforme número 1. No sorteio venceu a Suécia. O Brasil não tinha segundo uniforme ainda, então dirigentes da CBD correram para uma loja e compraram jogos de camisas azuis, na distrubuição aos jogadores, o chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho avisou que a camisa era azul como o manto de Nossa Senhora Aparecida. E sob a proteção de Nossa Senhora, o Brasil goleou de virada a Suécia por 5X2. Bellinni (foto) foi o primeiro capitão a levantar a taça acima da cabeça.

Mais quatro anos depois, no Chile, o Brasil repetiu o mesmo grupo de jogadores, mas desta vez com um treinador diferente, Aymoré Moreira. A seleção canarinho ficou no Grupo 3 com México, Tchecoeslováquia e Espanha. O Brasil iniciou sua caminhada ao bi vencendo o México por 2X0. Depois ficou num empate em 0X0 com os tchecos. Durante um treinamento, Pelé acabou se contundindo e ficou de fora do Mundial. Para o seu lugar foi escalado Amarildo, jogador do Botafogo na época. Fechando a primeira fase, o Brasil derrotou a Espanha por 2X1, com dois gols de Amarildo.

Na segunda fase, a seleção brasileira enfrentou a Inglaterra e venceu por 3X1, um verdadeiro show de Garrincha (foto), que passava a comandar a seleção com seus dribles desconcertantes. Nas semis foi a vez dos brasileiros encararem os chilenos. Vitória fácil para o Brasil por 4X2, mas Garrincha acabou sendo expulso. Na decisão contra a Tchecoeslováquia, Garrincha estava presente, um verdadeiro mistério, pois a súmula não havia sido encontrada. O Brasil derrotou os tchecos de virada por 3X1 e levantou pela segunda vez a Jules Rimet.

Em 1966, na Inglaterra, a seleção tentou manter o mesmo grupo das Copas de 58 e 62 para tentar o tri-campeonato. Além desses jogadores, vários outros foram chamados, dando no total mais de 40 convocados. Foi uma verdadeira desoganização que refletiu em campo. O Brasil enfrentou a Bulgária, que venceu por 2X0. Mas ao jogar com a Hungria e Portugal, acabaram derrotados por 3X1 pelas duas seleções. Pelé foi massacrado contra Portugal e teve que sair de campo carregado e Garrincha estava longe da boa forma física. O Brasil foi eliminado na primeira fase, fato que não ocorria desde 1934.

A desorganização serviu de lição para 1970, no México. A seleção comandada por Zagallo foi a primeira a desembarcar em solo mexicano e fizeram uma boa aclimatação.O Brasil ficou no grupo considerado o mais complicado. Os adversários foram Tchecoeslováquia, Inglaterra e Romênia. A estreia brasileira não podia ter sido melhor, vitória de virada e goleada sobre os tchecos por 4X1. No jogo seguinte, venceram os ingleses, campeões de 66 por 1X0. Fechando o grupo, passaram pelos romenos por 3X2.

Na segunda fase, enfrentaram o Peru, treinado por Didi e venceram por 4X2. Nas semis, jogaram com o Uruguai, o fantasma de 1950 foi exorcizado após uma virada por 3X1 e uma sequência de "não gols" de Pelé (foto). A final foi contra a Itália, jogo bastante fácil, pois os italianos ainda estavam cansados por causa da semifinal contra a Alemanha. Vitória histórica de 4X1 pro Brasil, o tri-campeonato, a Taça Jules Rimet nossa em definitivo, Pelé como melhor jogador da Copa e Jairzinho como artilheiro da competição, marcando gols em todas as partidas.

A Copa de 74, na Alemanha contou com uma seleção num período de entressafra. Vários jogadores da geração de 70 haviam parado, inclusive Pelé. Rivelino foi o capitão da equipe, que ficou apenas em quarto lugar. Em 1978, na Argentina, a seleção até fez boa campanha, mas não esperava que os argentinos fossem golear o Peru por 6X0 e deixar o Brasil de fora da final. Tivemos que nos contentar com o terceiro lugar e o simbólico título de "campeão moral", inventado pelo treinador Cláudio Coutinho.

A Copa de 82, na Espanha foi carregada com um clima de extrema euforia e otimismo em relação à nossa seleção. Treinada por Telê Santana, a seleção brasileira tinha um futebol vistoso, bonito de se ver jogar encantando brasileiros e espanhóis. Mas tudo isso caiu por terra após perderem por 3X2 pro Paolo Rossi, digo, para a Itália. No México, em 86, o treinador era o mesmo e o grupo tinha algumas variações. O Brasil caiu nos pênaltis diante da França nas quartas de final. Em 1990, na Itália, o Brasil foi treinado por Sebastião Lazaroni e o grupo contava com alguns jogadores que haviam conquistado a medalha de prata na Olimpíadas de Seul em 88 e a Copa América de 89. Fez uma campanha regular na fase de grupos, mas ficou pelo caminho após perder para a Argentina por 1X0.

A Copa de 94, nos Estados Unidos foi muito marcante para o Brasil. Nós ficamos o Grupo B com Rússia, Camarões e Suécia. A estreia foi uma vitória de 2X0 sobre os russos e a estrela de Romário começava a brilhar. No jogo seguinte, uma goleada sobre Camarões por 3X0. Terminando a fase de grupos, empatamos com a Suécia por 1X1.

Nas oitavas de final foi a vez de enfrentar os norte americanos e a dupla Bebeto e Romário funcionou direitinho na vitória por 1X0. Nas quartas foi a vez de enfrentar a Holanda. Partida complicada, mas novamente saímos com um gols salvador, Branco marcou um golaço de falta na vitória por 3X2. Nas semis contra a Suécia, Romário (foto) novamente deixou a sua marca e o Brasil venceu por 1x0. A final contra a Itália terminou em 0X0 no tempo normal e 0X0 no tempo extra. Nos pênaltis, o Brasil levantou o tetra após uma cobrança perdida por Baggio e a vitória por 3X2.

Na França, em 98, pareciam que as coisas iam se repetir, boa campanha na primeira fase e jogando bem nas fases seguintes e ainda levando um sufoco da Holanda nos pênaltis nas semifinais. O Brasil chegou a final com a França e era o favorito, mas o episódio da convulção do Ronaldo abalou o grupo e perdemos por 3X0, restando o vice-campeonato.

Na Copa de 2002, na Coreia e no Japão, ficamos na chave mais fácil com Turquia, China e Costa Rica. Iniciamos os trabalhos derrotando com certa dificuldade os turcos por 2X1. Depois fizemos um passeio sobre os chieneses por 4X0. E por fim, uma grande vitória sobre a Costa Rica por 5X3.

Nas oitavas de final, o Brasil eliminou a Bélgica pelo placar de 2X1. Nas quartas viramos contra os ingleses por 2X1. Nas semis, derrotamos a Turquia por 1X0, com um gol salvador de Ronaldo. Na final, novamente Ronaldo (foto) foi decisivo e marcou os dois gols da vitória por 2X0 nos dando o penta campeonato.

Em 2006, na Alemanha, o oba-oba excessivo, problemas de comportamento de alguns jogadores e ainda com Ronaldo com problemas de peso influenciaram na eliminação do Brasil nas quartas de final para a França.

Clique aqui e confira a campanha pré-Copa do Brasil pelo blog "Futebol Música Etc"

Confira agora os gols da final da Copa de 2002 entre Brasil e Alemanha, o jogo do penta.

Blogosfera na África 2010: Grupo F-Eslováquia

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O Blogosfera na África contará um pouco da história da única seleção estreante nessa Copa do Mundo da África do Sul: a Eslováquia, um país bantante jovem localizado no continente europeu.

A Eslováquia se separou da Tchecoeslováquia em 1993 e formaram dois países diferentes: a República Tcheca e a Eslováquia. Mas antes a Tchecoeslováquia fora formada em 1920, logo após o desmembramento do Império Astro-Húngaro.

A Associação Eslovaca de Futebol foi fundada em 1938, mas conseguiu reconhecimento à UEFA em 1993, ano da independência do país e em 1994 filiou-se à FIFA. Até então o maior feito do futebol eslovaco fora a participação nos Jogos Olimpicos de Sidney em 2000.

Os eslovacos ficaram no Grupo D dos Futebol Olímpico junto com Brasil, África do Sul e Japão. A estreia foi contra o Brasil e o placar final foi 3X1 a favor dos brasileiros. No segundo jogo, foram vencidos pelos japoneses por 2X1. E terminando a primeira fase, conseguiram uma vitória sobre a seleção sul-africana por 2X1. Mesmo com três pontos, a Eslováquia terminou a chave olímpica em último lugar, eliminada na primeira fase.

Clique aqui e confira a campanha pré-Copa da Eslováquia pelo blog "Futebol Música Etc"

Confira o segundo gol do Japão na derrota eslovaca por 2X1 nas Olimpíadas de Sidney

Blogosfera na África 2010: Grupo F-Nova Zelândia

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O Blogosfera na África vai passar pelo Meridiano de Data e contará a história da seleção neo-zelandesa em Copas do Mundo, um país onde as pessoas curtem esportes radicais e que tem sol e neve.

Pela segunda vez na história a seleção da Nova Zelândia irá participar de uma Copa do Mundo. O futebol não é o esporte número um do país. A paixão nacional é a seleção de rugby, conhecidos como os "all-blacks", detentores de vários títulos e que no encerramento eles fazem a típica dança maori, povo presente no país antes da chegada dos ingleses no século XVIII.

A seleção de futebol da Nova Zelândia é conhecida como "all-white" e participou da Copa do Mundo de 1982, na Espanha. A campanha nas Eliminatórias foi surpreendente. Na primeira fase, terminaram em primeiro lugar em um grupo que tinha a sua vizinha e rival esportiva Austrália. Na fase final, terminou em segundo lugar, atrás do Kuwait e acabou garantindo a sua vaga após uma suada vitória sobre a China por 2X1, em uma partida disutada em Cingapura no mês de janeiro de 82.

Desembarcaram na Espanha sob o status da "seleção mais fraca da Copa". Todos os jogadores não eram profissionais. Ficaram no Grupo F ao lado de Brasil, União Soviética e Escócia. A estreia foi bastante ruim: sofreram uma grande goleada dos escoceses por 5X2. Em seguida, enfrentaram a seleção brasileira, sempre favorita e o Brasil lhes aplicou uma vitória por 4X1, o ponto alto da partida foi um golaço de voleio marcado por Zico. Fechando a participação, perderam para a União Soivética por 3X0. Terminaram a primeira fase em último lugar da chave, com zero ponto, doze gols sofridos, três marcados, menos nove no saldo.

Com a saída da Austrália da Federação da Oceania, a Nova Zelândia passou a ser a grande força do continente nas eliminatórias. Conseguiram a vaga após jogarem a repescagem com o Bahrein.

Clique aqui e veja a campanha pré-Copa da Nova Zelândia pelo blog "Futebol Música Etc"

Confira agora os gols da derrota neozelandesa para o Brasil por 4X1 na Copa do Mundo de 1982


Blogosfera na África 2010: Grupo F-Paraguai

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O nosso quadro agora falará da seleção do Paraguai, uma das mais tradicionais da América do Sul, que ultimamente tem crescido muito nos últimos anos, graças às últimas participações em Mundiais. Em 2010 marcará a sua presença pela oitava vez.

A primeira participação dos paraguaios em Copas foi em 1930, no Uruguai, quando foram convidados pelo país anfitrião. A campanha não foi das mais animadoras e os alvi-rubros ficaram de fora na primeira fase, apenas com a nona colocação.

A seleção guarani só voltaria a disputar uma edição da Copa do Mundo vinte anos depois, em 1950, no Brasil. Eliminados novamente na fase de grupos, terminaram em décimo primeiro lugar. O Paraguai chegou a empatar com a Suécia em 2X2 e perder para a Itália por 2X0. Em 1958, na Suécia, caíram na fase inicial, ficando em nono lugar e ainda por cima foram goleados pela fortíssima seleção francesa por 7X3.

Após vinte e oito anos fora de uma edição de um Mundial (durante esse período seriam campeões da Copa América de 1979), eles voltariam em 1986 no México. O Paraguai ficou no Grupo B junto com México, Bélgica e Iraque. Com um gol de Romerito, venceram os iraquianos por 1X0 na estreia. Na partida seguinte, empataram com o país sede em 1X1. Fechando a primeira fase, mais um empate, desta vez com os belgas por 2X2. Os sul americanos terminaram em segundo lugar na chave, com quatro pontos. Nas oitavas de final, foram eliminados pela Inglaterra por 3X0. Terminaram em décimo terceiro lugar, sua melhor colocação.

Doze anos depois os paraguaios voltaram a figurar uma Copa, desta vez na França. Fizeram uma boa campanha após empates sem gols com Bulgária e Espanha e uma vitória por 3X1 sobre a Nigéria, a seleção paraguaia passou para as oitavas. Na segunda fase, enfrentaram a França, a defesa paraguaia era muito forte com o goleiro José Luis Chilavert (foto) e o zagueiro Carlos Gamarra. O gol francês saiu apenas no tempo extra, eliminando os paraguaios.

Na Copa do Mundo de 2002, na Coreia e no Japão, marcou a estreia do artilheiro Roque Santa Cruz (foto). A campanha não foi tão boa quanto a de 1998, ficaram num empate com a África do Sul em 2X2, uma derrota para a Espanha e uma vitória sobre a Eslovênia. Passaram para as oitavas de final, mas perderam para a Alemanha por 1X0. Em 2006, na Alemanha, ficaram apenas na décima oitava colocação e caíram na primeira fase num grupo que tinha Inglaterra, Suécia e Trindad & Tobago.

Clique aqui e confira a campanha pré-Copa do Paraguai pelo blog "Futebol Música Etc"

Confira agora a derrota do Paraguai para a Inglaterra por 3X0 pelas oitavas de final da Copa de 1986

Blogosfera na África 2010: Grupo F-Itália

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O Blogosfera na África 2010 agora dá as boas vindas aos atuais campeões mundiais. Eles vêm da terra das massas, da moda, do Renascimento, dos romanos, do Coliseu e da Torre di Pisa. Vamos contar a história da seleção da Itália em Copas do Mundo, tetra-campeã do mundo.

Os italianos ficaram de fora da primeira Copa do Mundo, disputada em 1930, chegaram a ser convidados, mas recusaram temendo a longa viagem até o Uruguai.

A primeira participação italiana em uma Copa foi exatamente em 1934, quando eles mesmos sediaram. A Itália viva sob o regime fascista de Benito Mussolini e como sabemos, todo regime totalitário costuma ter alguma sobrevida realizando grandes eventos esportivos. Na Itália de Mussolini não era diferente: ou a seleção ganharia o título ou o treinador Vittorio Pozzo pagaria com a própria vida.

O regulamento daquela edição da Copa do Mundo era talvez o mais diferente de todos. Todas as partidas eram eliminatórias. Dezesseis países jogavam no sistema mata-mata, ou seja, quem perdesse, seria eliminado de imediato. Em caso de empate, um jogo extra teria que ser marcado.

A Itália iniciou a disputa enfrentando os Estados Unidos. A Azzurra, liderada por Giusseppe Meazza (foto), os goleou por 7X1, passando para as quartas de final. Na fase seguinte, os italianos jogaram com a Espanha, que havia eliminado o Brasil pelo placar de 3X1 nas oitavas. O jogo realizado em Florença terminou empatado em 1X1. Foi preciso marcar um jogo extra entre as duas seleções. No jogo desempate, deu Itália por 1X0. Nas semis, os italianos passaram pela Áustria por apenas 1X0. Na final, jogaram no Estádio Olímpico de Roma contra a Tchecoeslováquia. A partida foi vencida pelos anfitriões pelo placar de 2X1 com gols de Puc para os tchecos e Orsi e Schiavio para os italianos, que levantaram o primeiro título mundial.

A Copa seguinte, em 1938 foi disputada na França e a tensão na Europa era imensa, pois os ecos da Segunda Guerra Mundial estavam cada vez mais fortes. A seleção italiana manteve praticamente a mesma base da Copa do Mundo de 34. A forma de regulamento também era exatamente igual à Copa anterior.

A estreia italiana foi contra a Noruega, uma partida bastante dura, que precisou de prorrogação, mas a Itália saiu-se vitoriosa pelo placar de 2X1. Na segunda fase, enfrentaram os franceses, em vez de usarem o tradicional uniforme azul, preferiram usar o uniforme todo preto, em alusão aos "Camisas Negras", exército popular do ditador Mussolini. A "Nera-Itália" derrotou a França com alguma facilidade, por 3X1. Nas semifinais, passaram pelo Brasil de Leônidas da Silva por 2X1. Na grande final, enfrentaram a Hungria e venceram pelo resultado de 4X2. A Itália levantava a taça Jules Rimet pela segunda vez seguida, sagrando o treinador Vittorio Pozzo (foto) como o único treinador até hoje vencedor de duas Copas do Mundo seguidas.

Durante os anos 40 não houve Copa do Mundo em virtude da Segunda Grande Guerra. Os países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) foram derrotados. Os alemães foram banidos pela FIFA, mas os italianos continuaram a jogar futebol internacionalmente. Durante essa década existia o super time do Torino, que havia sido campeão italiano várias vezes nos anos 40 e era chamado de "La Granata" (foto). Esse grupo formava a base da seleção italiana que se preparava para a disputa da Copa de 1950, mas um acidente de avião em Portugal vitimou todo o super time do Torino e deixou a seleção em frangalhos. Luto nacional e incerteza sobre o futuro da Azzurra na Copa de 50.

A Itália, mesmo tendo perdido boa parte de sua equipe, resolveu disputar a Copa do Mundo de 1950, no Brasil. Após uma derrota e apenas uma vitória, os italianos acabaram sendo eliminados na primeira fase do Mundial, terminando com a sétima colocação. Em 1954, na Suíça, mais um insucesso, L'Azurri outra vez caiu na fase de grupos era a crise na seleção italiana que havia se instalado após o desastre de 1949. Para piorar a situação, o Itália não se classificou para a Copa do Mundo de 1958, na Suécia.

Em 1962, no Chile, o desastre se repetiu. Os italianos deixaram a Copa cedo demais, na fase inicial. E ainda por cima protagonizaram uma das cenas mais violentas da história dos Mundiais, que ficou conhecida como a "Batalha de Santiago", onde italianos e chilenos trocavam socos e chutes durante toda a partida. Em 1966, na Inglaterra, mais um grande vexame: a Itália foi vítima de uma das maiores zebras da história das Copas após perder para Coreia do Norte por 1X0. Foram eliminados na fase de grupos e ainda ao voltar para Roma, foram recebidos por torcedores no aeroporto que jogaram tomates e ovos podres nos jogadores e comissão técnica.

As coisas começaram a melhorar para a seleção da Itália após esse episódio. Totalmente renovada, a Itália sediou a Eurocopa de 1968 e sagrou-se campeã. Na mesma época entrava em cena o esquema do "Cattenaccio", que significa "cadeado", onde o time inteiro jogava na defesa, que tornou-se a grande característica do futebol italiano moderno.

A Itália marcou presença na Copa do Mundo de 1970, no México e manteve o grupo que foi campeão europeu dois anos antes. Jogando no novo esquema, eles conseguiram chegar à final pela terceira vez na história, mas foram derrotados pela fantástica seleção brasileira de Pelé, Tostão, Gerson, Jairzinnho e Rivelino por 4X1, sendo considerada uma das maiores partidas da história das Copas. Em 1974, na Alemanha, novamente passando por renovação, a Azzurra infelizmente caiu cedo num Mundial, desiludindo a sua torcida fanática. No Mundial de 1978, na Argentina, a Itália, comandada pelo goleiro veterano Dino Zoff fez uma boa campanha, terminando em quarto lugar, perdendo para o Brasil por 2X1.

Em 1982, na Espanha a seleção italiana estava se recuperando de uma crise. No fim dos anos 70 foram descobertos alguns esquemas de manipulação de resultados e alguns jogadores envolvidos foram presos, entre eles Paolo Rossi. A Azzurra ficou no Grupo A com Camarões, Polônia e Peru. A estreia foi com um empate nada empolgante com os poloneses em 0X0. O jogo seguinte foi mais um empate, desta vez em 1X1 com o Peru. A última partida da fase de grupos foi contra o estreante Camarões. Foi outra vez um empate em 1X1. A seleção italiana se classificou em segundo lugar da chave.

Na segunda fase, eles ficaram no Grupo 1 com Brasil e Argentina. Eles iniciaram os trabalhos derrotando a Argentina, atual campeã por 2X1. A partida seguinte foi uma verdadeira tristeza para nós brasileiros. No estádio de Sarriá em Barcelona, brilhou a estrela de Paolo Rossi (foto), que até então não havia marcado um gol sequer no Mundial. Ele marcou os três da vitória por 3X2 sobre o Brasil e tornou-se o grande herói da "Tragédia de Sarriá". Nas semifinais, mais uma vez Rossi marcou, desta vez anotou dois gols na vitória de 2X0 sobre a Polônia. A final contra a Alemanha em Madrid terminou com vitória italiana por 3X1, com Paolo Rossi marcando um dos gols e se consagrando como artilheiro da Copa. Itália Tri-Campeã Mundial.

Na Copa de 86, no México com a base que mesclava os campeões mundiais de 82 e alguns jovens talentos. O resultado não foi dos melhores, pois caíram nas oitavas de final. A Itália teve a oportunidade de sediar uma Copa do Mundo pela segunda vez em 1990. Com uma seleção um pouco mais forte que a anterior, eles almejavam o tetra inédito. Mas ficaram só com a terceira posição e a estrela do time acabou sendo um jovem jogador da Juventus, que havia sido convocado para ser reserva, mas sempre que ele entrava, deixava pelo menos um gol: tratava-se de Salvatore "Toto" Schillacci (foto), que se tornou o artilheiro da Copa com seis gols.

O Mundial de 1994, jogado nos Estados Unidos marcou a presença de Roberto Baggio (foto), o melhor jogador do mundo da época. A seleção era composta por alguns jogadores que participaram do Mundial da Itália em 1990 e mais uma safra nova. Ficaram com o vice-campeonato após perderam para o Brasil a disputa de pênaltis por 3X2, após terminarem em 0X0 no tempo normal e na prorrogação. Baggio, que havia jogado machucado, perdeu a última cobrança. Na Copa seguinte, na França, não passaram das quartas de final diante da França e novamente foram vítimas das penalidades. Em 2002, na Coreia e no Japão, não passaram das oitavas após uma partida tensa contra a Coreia do Sul, que precisou ser decidida na prorrogação.

Na Copa de 2006, os italianos não eram apontados como favoritos. A seleção comandada por Marcelo Lippi ficou no Grupo E ao lado de Gana, República Tcheca e Estados Unidos. A estreia italiana foi com uma vitória sobre os ganeses por 2X0. O jogo seguinte foi um empate contra os norte americanos por 1X1, numa partida bastante violenta. Fechando a primeira fase, a Itália passou pela República Tcheca por 2X0.

Os italianos passaram para as oitavas de final terminando em primeiro lugar no grupo com sete pontos. Na segunda fase, tiveram um jogo complicadíssimo com a Austrália, mas venceram por 1X0. Nas quartas, eles atropelaram a Ucrânia pelo placar de 3X0. Nas semis, num jogo eletrizante, derrotaram a Alemanha por 2X0 na prorrogação. A final foi contra a França. No tempo normal e na prorrogação, o placar foi 1X1 Um dos pontos altos foi a cabeçada de Zidane em Materazzi. Nos pênaltis, deu Itália 5X3. Itália Tetra-Campeã Mundial.

Clique aqui e confira a campanha pré-Copa da Itália pelo blog Fut F-1

Confira agora o vídeo da final entre Itália e França pela Copa do Mundo de 2006

Blogosfera na África 2010: Grupo E-Camarões

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Mais um post novo e mais uma história de seleção para ser contada no Blogosfera. Contaremos agora um pouco da história do último integrante do Grupo E, a seleção de Camarões.

Após a libertação da Inglaterra e da França em 1960, a nova nação, que havia pertencido incialmente à Alemanha, da metade do século XIX até o fim da Primeira Guerra Mundial, começou a mostrar que era uma das forças do futebol africano, tendo chegado à fase final das eliminatórias africanas diversas vezes, mas não se classificava para a Copa.

Em 1982, finalmente Camarões se classificou para uma Copa do Mundo. Os estreantes desembarcaram na Espanha sem muita emplgação e acabaram ficando no Grupo A ao lado da Itália, Polônia e Peru. Era um grupo realmente complicado e se imaginava q os camaroneses seriam derrotados por todos os adversários. Exibindo um futebol empolgante e alegre, Conseguiu empatar com todos os três oponentes: 0X0 com a Polônia, o mesmo placar contra os peruanos e contra a Itália ficaram num surpreendente 1X1. A seleção africana a fase de grupos em terceiro lugar com três pontos e por pouco não passou para a segunda fase.

Em 1984, a seleção camaronesa conquistaria pela primeira vez a Copa Africana de Nações, tornando-se a sensação do continente. Mas o melhor da estava por vir, era só esperar por mais seis anos.

Em 1990, os "Leões Indomáveis" desembarcaram na Itália ainda sob alguma desconfiança dos torcedores e jornalistas, mesmo tendo conquistado a Copa Africana de Nações pela segunda vez dois anos antes, em 1988. Os camaroneses ficaram no Grupo B junto com Argentina, Romênia e União Soviética. A estreia não podia ter sido mais surpreendente. Eles derrotaram os argentinos, campeões mundiais de 1986, por 1X0 com gol de Omam-Biyik. Na partida contra a Romênia, eles passaram por cima com uma vitória por 2X0, com gols de Roger Milla (foto). Mas na partida final da fase de grupos, foram goleados pelos soviéticos, que estavam quase eliminados por 4X0. O resultado mesmo assim manteve Camarões na primeira colocação do Grupo B e os classificou para as oitavas.

Na segunda fase, eles enfrentaram a Colômbia, outra surpresa daquele Mundial. Foi uma partida bastante dura, que precisou ser definida na prorrogação após empate em 0X0 no tempo normal. Com mais dois gols de Milla, Camarões tornou-se a primeira seleção africana a passar para as quartas de final da história das Copas. Nas quartas, enfrentaram a Inglaterra. Outra vez eles levaram o jogo para a prorrogação, mas no tempo extra David Platt marcou o gol da classificação inglesa por 3X2. De qualquer jeito Camarões havia impressionado o mundo inteiro com o seu estilo de jogo dinâmico.

Em 1994, nos Estados Unidos entraram como a grande sensação, diferente das duas participações anteriores, quando foram vistos com descofiança. Ficaram no Grupo B com Brasil, Suécia e Rússia. A estreia foi com um empate meio sem sal contra a Suécia: 2X2. O segundo jogo foi contra a seleção brasileira. A seleção canarinho não tomou conhecimento e os derrotou por 3X0. A última partida foi contra os russos. A seleção russa lhes aplicou uma sonora goleada por 6X1, assim se despedia uma das seleções mais carismáticas daquela Copa.

Na França em 1998 os "Leões" estavam passando por uma entressafra de jogadores. Ficaram no Grupo B junto com Áustria, Itália e Chile. Eles começaram empatando com a Áustria em 1X1. Em seguida foram derrotados pela Itália por 3X0.Finalizando a fase de grupos, ficaram num empate com os chilenos de 1X1 , mas não foi o suficiente para a classificação.

No ano de 2000 uma nova safra de bons jogadores estava chegando à seleção de Camarões. No início daquele ano os camaroneses conquistaram pela terceira vez a Copa Africana de Nações e no mês de agosto conquistaram a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Sidney, revelando o craque Samuel Eto'o (foto).

Em 2002 eles conquistaram pela quarta vez a Copa Africana e no mesmo ano desembarcaram na Ásia com uma seleção renovada. Eles ficaram no Grupo E que tinha Alemanha, Irlanda e Arábia Saudita. Eles iniciaram sua participação no Mundial ocm um empate por 1X1 com os irlandeses. No jogo posterior, passaram pela fraquissima seleção saudita com um magro 1X0. Fechando a participação, foram derrotados pela Alemanha pelo placar de 2X0. Outra vez os "Leões Indomáveis" foram domados ainda na primeira fase.

Clique aqui e confira a campanha pré-Copa de Camarões pelo blog "Futebol, Música, Etc"

Confira agora o vídeo da vitória de Camarões sobre a Colômbia por 2X1 na Copa de 1990

Blogosfera na África 2010: Grupo E-Japão

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Agora o nosso quadro vai ao outro lado do mundo, à terra dos samurais, dos animes, da tecnologia. Contaremos a história da seleção japonesa em Copas do Mundo.

O futebol é um esporte bastante popular no Japão, adorado por sua população, principalmente após a chegada de jogadores brasileiros à terra do sol nascente no início dos anos 90 como: Zico, Alcindo, Bismarck... A invasão brasileira ajudou bastante no crescimento do futebol do país e ainda ajudou na criação da J-League, o campeonato nacional de futebol e seus clubes como nomes exóticos como: Kashima Antlers, Verdy Kawazaki, Cerezo Osaka, Yokohama Marinos...entre outros. Com o crescimento do campeonato local, a seleção nacional também passou a ficar mais forte, ganhando a Copa da Ásia de 1992.

A primeira participação japonesa em Copas se deu apenas em 1998, na França. Eles ficaram no Grupo H com Argentina, Jamaica e Croácia. A campanha dos "samurais azuis" foi um fracasso, perderam todas as três partidas da fase de grupos. Eles foram derrotados pelos argentinos por 1X0, pelos croatas tb pelo placas mínimo e ainda pela Jamaica por 2X1.Terminando a primeira fase em último lugar do grupo com zero ponto.

Em 2002 o Japão sediou a Copa do Mundo em conjunto com a Coreia do Sul. A promessa era fazer uma boa campanha para esquecer o vexame de 98. Novamente ficaram no Grupo H e enfrentariam a Bélgica, a Rússia e a Tunísia. O grupo era quase o mesmo do Mundial da França. Mas o treinador era o francês Philip Troussier. Comandados pelo excelente batedor de faltas Nakamura (foto), os japoneses empataram com os belgas na estreia por 2X2. No segundo jogo, venceram os russos por 1X0. E no último jogo da fase de grupos, derrotaram os tunisianos por 2X0. O Japão terminou em primeiro lugar do grupo, passando para as oitavas de final. Na segunda fase, foram derrotados por apenas 1X0 pela Turquia e foram eliminados.

No Mundial de 2006, na Alemanha, ficaram no Grupo F com Brasil, Croácia e Austrália. Eles estrearam perdendo para a Austrália por 3X1.No jogo posterior, ficaram em um empate sem gols com a Croácia. Fechando a fase de grupos, foram goleados pela seleção brasileira por 4X1 e saíram da Copa na primeira fase.

Clique aqui e confira a campanha pré-Copa do Japão pelo blog "Futebol Música Etc"

Confira agora o vídeo da derrota do Japão para a Turquia por 1X0 na Copa de 2002

Blogosfera na África 2010: Grupo E-Dinamarca

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Agora, vamos pegar um voo até a Escandinávia, onde conheceremos a história da seleção da Dinamarca em Copas do Mundo. Os dinamarqueses estarão presentes em um Mundial pela quarta vez.

Apesar de ter sido fundada em 1889 e ser uma das criadoras da FIFA, em 1904, a Associação Dinamarquesa de Futebol era amadora até a década de 60. Foi a partir dessa época que os dinamarqueses começaram a se destacar no cenário europeu.

Sob o comando do técnico Morten Olsen, a Dinamarca se classificou pela primeira vez um Mundial em 1986, no México. Eles ficaram no Grupo E junto com Alemanha, Escócia e Uruguai. Era esperado que os dinamarqueses fossem eliminados na primeira fase, ledo engano.

A Dinamarca venceu a Escócia na estreia por 1X0. Contra o Uruguai, os dinamarqueses mostraram a sua verdadeira força após goleá-los por 6X1, um verdadeiro show de Michael Laudrup (foto) e o apelido de "Dinamáquina" acabou sendo dado a essa seleção. E não parou por aí, a Dinamáquina derrotou os alemães, futuros vice-campeões do mundo por 2X0 e terminaram em primeiro no grupo.

Nas oitavas de final, foram goleados pela Espanha por 5X1, mas mesmo sendo eliminados de goleada, deixaram o mundo impressionado com a campanha na primeira fase.

A Dinamarca ficou de fora da Copa do Mundo de 1990, mas em 1992 levantou o seu título mais importante: o da Eurocopa. Curiosamente os dinamarqueses conseguiram a vaga após a desistência de Iugoslávia, que estava passando por sérios problemas políticos.

A "Dinamáquina" voltou a dar o ar de sua graça em 1998, na França. Ficaram no Grupo C com França, África do Sul e Arábia Saudita. A estreia foi contra a fraca seleção árabe e os dinamarqueses sofreram um bocado, vencendo por apenas 1X0. Em seguida, ficaram só no empate em 1X1 com a África do Sul. No fim, perderam para a França por 2X1, mas mesmo assim garantiram a vaga para as oitavas de final como segunda colocada da chave.

Nas oitavas, eles passaram facilmente pela Nigéria por 4X1. Nas quartas, cehgaram a dar trabalho para o Brasil com os irmãos Laudrup: Michael e Brian. Mas acabaram perdendo a chance de ir às semifinais após serem derrotados por 3X2. De qualquer maneira, ficaram com o oitavo lugar na Copa de 98, sua melhor classificação.

Em 2002, na Coreia e Japão, a Dinamarca manteve a base da ótima campanha de quatro anos antes, ficaram no Grupo A com França, Senegal e Uruguai. Eles começaram os trabalhos derrotando os uruguaios novamente, desta vez por 2X1. Na segunda partida, ficaram no empate com o surpreendente Senegal em 1X1. E fechando a primeira fase, ajudaram a eliminar a França na primeira fase após vencerem os Le Bleus por 2X1. Terminaram de novo em primeiro lugar no grupo. Na segunda fase, a "Dinamáquina" emperrou diante dos ingleses por 3X0 e se despediram da Copa de 2002.


Confira agora o vídeo da goleada da Dinamarca sobre o Uruguai na Copa do Mundo de 1986 por 6X1.

COM SAFETY CAR, WEBBER VENCE EM MÔNACO

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Como é tradição em Mônaco, é praticamente impossível fazer uma ultrapassagem no circuito de rua e como é sabido, normalmente o piloto que tira a pole position no treino oficial acaba ganhando a prova no principado monegasco.

Mark Webber, da Red Bull venceu a corrida de ponta a ponta, deixando seu companheiro Sebastian Vettel em segundo lugar e o polonês Robert Kubica em terceiro lugar numa etapa onde o safety car apareceu pelo menos umas quatro vezes por conta das "visitas" dos pilotos ao guard-rail por conta das pistas estreitas do autódromo de Monte Carlo.

Fernando Alonso, da Ferrari largou dos boxes e fez uma ótima corrida de recuperação, terminando em sétimo lugar. Nas duas últimas voltas da corrida, Karun Chandok, da Hispania e Jarno Trulli, da Lotus se envolveram em um acidente, o que obrigou o safety car a ir para a pista pela última vez na prova. Após a volta do carro de segurança para os boxes, Michael Schumacher efetuou uma ultrapassagem em Alonso e roubou a sexta posição que era do espanhol.

Felipe Massa terminou em quarto lugar, Barrichello abandonou a prova por ter um pneu furado, Bruno Senna e Luca Di Grassi saíram por problemas mecânicos.

Agora o australiano da Red Bull assumiu a liderança do Mundial de Pilotos, Felipe Massa diminuiu a desvantagem para 12 pontos sobre seu companheiro Fernando Alonso.

A próxima corrida será daqui a duas semanas na Turquia no autódromo de Istambul.

E A ROTINA CONTINUA

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Não existe carro à altura da Red Bull para superá-la nos treinos oficiais. O australiano Mark Webber, vencedor do GP da Espanha irá largar novamente na primeira posição no GP de Mônaco.
Em segundo lugar, ao lado de Webber, irá largar Robert Kubica, o polonês da Renault. Na segunda fila teremos Sebastian Vettel e Felipe Massa, da Ferrari. Rubens Barrichello, da Williams irá largar em nono.
Lucas Di Grassi e Bruno Senna largarão na penúltima fila, em 21º e 22º, Fernando Alonso, ocm problemas nos chassis, será o último colocado.
A corrida está marcada para às 9 horas da manhã, horário de Brasília no autódromo de Monte Carlo.

Blogosfera na África 2010: Grupo E-Holanda

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O Blogosfera na África passou da metade das seleções participantes e hoje contará a história de uma das seleções mais queridas em tempos de Copa: a seleção da Holanda.

Os holandeses partiparam pela primeira vez em Copas do Mundo em 1934, na Itália. Eles não foram muito bem, sendo eliminados na primeira fase e terminando em décimo primeiro lugar. Em 1938 participaram novamente do Mundial, mas fizeram uma campanha ainda pior que a anterior, terminando na décima quarta posição.

A Holanda ficou durante mais de 20 anos sem participar de uma Copa do Mundo, entre 1950 e 1970. Mas foi na primeira metade dos anos 70 que a história do futebol holandês começou a mudar.

A seleção holandesa voltou a jogar uma Copa em 1974, na Alemanha e estava uulizando um esquema que estaca modificando a forma de se jogar futebol: era o chamado "Futebol Total", um esquema onde todos os jogadores atacavam e defendiam em bloco. Essa tática foi criada pelo treinador Rinnus Michels, que havia sido campeão europeu com o Ajax por três anos seguidos: 1971, 1972 e 1973.

A seleção de 74 teve como grande líder Johan Cuyff (foto), jogador muito
habilidoso e homem de confiança de Michells. Além dele a Holanda tinha Jongbloed, Rep, Nanninga e outros. A maneira como os holandeses jogavam lhes rendeu o apelido de "Laranja Mecânica".

A Holanda ficou no grupo C junto com Suécia, Bulgária e Uruguai. Os holandeses estrearam vencendo o Uruguai por 2X0. Contra os suecos eles não saíram de um empate sem gols. No último jogo da primeira fase, a Laranja Mecânica goleou a fraca seleção búlgara por 4X1 e se garantiu na primeira colocação da chave.

Os holandeses ficaram no Grupo 1 da Segunda Fase com Brasil, Argentina e Alemanha Oriental. Os argentinos foram as primeiras vítimas na segunda fase: foram goleados por 4X1, com dois gols de Cruyff. No jogo seguinte, foi a vez dos alemães orientais serem derrotado: 2X0 pros holandeses. E no último jogo da segunda fase, contra o Brasil, a Holanda passou pelos tri-campeões mundiais por 2X0 e se garantiram na final.

A final foi no Estádio Olimpico de Munique e o adversário era a Alemanha. Aos dois minutos, Cruyff foi derrubado na área e o árbitro marca pênalti. Neeskens cobrou a penalidade e abriu o placar para os holandeses. Aos 25, Breitner marcou o gol de empate para os alemães, também de penalidade máxima. Aos 45 da primeira etapa, Gerd Müller acabou com o sonho da Holanda de ser campeã mundial. Placar final: Alemanha 2X1 Holanda.

Quatro anos depois, a seleção era praticamente a mesma, só que sem Rinus Michels no comando técnico e sem a liderança de Cruyff. Na Argentina os holandeses ficaram no Grupo D junto com Peru, Escócia e Irã. A estreia não podia ter sido melhor, a Laranja Mecânica pegou os estreantes iranianos e os derrotou por 3X0, com três gols de Rensenbrink. No segundo jogo, empataram em 0X0 com o Peru. E na partida seguinte, foram derrotados pela Escócia. Mesmo assim, pasaram para a segunda fase em segundo lugar, com três pontos.

Na segunda fase ficaram no Grupo 1 com Itália, Alemanha e Áustria. Novamente os holandeses tiveram uma estreia fantástica. Golearam a fraca seleção austríaca por 5X1. Em seguida, ficaram no empate com a Alemanha por 2X2. No último jogo da segunda fase, derrotaram os italianos por 2X1 e se garantiram na segunda final em Copas.

Na grande final eles enfrentaram os anfitriões argentinos no Estádio Monumental de Nuñez em Buenos Aires. Mario Kempes abriu o placar para os sul americanos aos 38 do primeiro tempo. Porrtvielt empatou o jogo apenas aos 37 do segundo tempo, forçando uma prorrogação. No empo extra Kempes marcou no primeiro minuto do segundo tempo e no último minuto, Bertoni fechou a partida e a Holanda ficou com mais um vice.

Após ficarem ausentes das Copas de 1982 e 1986, a Holanda selou seu retorno aos Mundiais em 1990, na Itália. Obviamente com uma nova geração, que havia sido campeã da Eurocopa de 1988. Esse grupo de jogadores tinha craques como: Marco Van Basten (foto), Ruud Gullit, Frank Rijkaard, Ed de Goej, Overmars e outros. Na Copa da Itália em 90, os holandeses não passaram das oitavas de final. Já na Copa dos Estados Unidos em 1994, caíram nas quartas de final diante do Brasil por 3X2, ficando em sétimo lugar. Em 1998, na França, com alguns jogadores novos como Patrick Kluivert, os holandeses ficaram na quarta posição.

A Holanda ficou de fora da Copa do Mundo de 2002, mas em 2006, na Alemanha novamente entraram com uma geração formada por novos jogadores como Heitinga. A Laranja Mecânica foi eliminada nas oitavas de final numa partida bastante tumultuada com os portugueses onde tiveram mais de 15 cartões anotados, um recorde e ainda foram derrotados por 1X0.


Confira agora o vídeo da final da Copa de 1974 entre Alemanha X Holanda